A força hercúlea que Evertton Araújo fez com o corpo para conseguir escapar do “golpe de judô” de Cuello (três anos mais velho que ele), e assim cabecear a bola do gol de empate do Flamengo contra o Athletico-PR, é como uma metáfora da vida do garoto de 21 anos. Para entrar nos holofotes no último domingo, antes o volante precisou ser forte para não desistir depois de ser dispensado de dois clubes grandes e também para resistir às dificuldades da falta de dinheiro. Ou driblá-las, como por exemplo fazendo bico de barbeiro.
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27.03.25 às 13:32h